quinta-feira, 22 de dezembro de 2011


 “Sou obsessiva. Completamente. De certa forma, creio que essa característica tenha me ajudado a ser quem sou, mas ela é burra no que se refere ao amor. Eu quero que o outro - qualquer um, qualquer um, qualquer um mesmo, quando esse um está disfarçado em nomes próprios - tenha a noção de como seria incrível viver aquele um-pouco-mais comigo. Os meu desejos… Os meus prazeres… Os meus segredos… As minhas taras… As minhas reticências… Mas a minha maior burrice é não perceber que não ter esses momentos não significa que nada disso exista, e existir é o melhor que tenho a fazer, ponto.”

 Fernanda Young.